Na minha vida eu cansei de escutar,
E desse dito tempo apanhar,
E decidi dar chance,
Á dois vocábulos que a vida dão nova nuance...
Quem sabe?
São os dois a mistura da completa indecisão,
Ou são os amargores da realidade ou as doçuras do coração?
O que me faz sonhar,
O que me faz em mágoas afundar,
O que pode os meus medos afogar,
Acaba de no meu coração refugiar.
Duas palavras,
Muitos caminhos,
Serão inanimadas pedras,
Ou tontos moinhos???
Quem sabe?
Quem saberá,
Quem não desconfia hoje,
Da fonte da verdade amanhã,
Não á beberá,
Quem sabe o que será?
sábado, 17 de janeiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
As escolhas da minha vida...
Um dia a gente tem de escolher,
Entre a razão e o querer,
O sofrer e o viver,
Mas eu já decidi,
Do meu penhasco eu já cai...
Mas agora não mais cairei,
Pois minha vida eu rumarei,
Do penhasco esquecerei...
Dos cristais reluzentes me apoximarei,
E lágrimas peroladas chorarei,
Mas chorarei pelo fim da escuridão,
Que assolava tão ferozmente o meu coração.
As minhas escolhas eu é quem sei,
E as agruras interiores acabei,
Os bons pensamentos implodi,
As minhas idéias todas,
Para o mundo expandi e explodi!
O meu destino,
Não precisa ser adivinho para saber,
É incerto,
Disto sabe até um menino!
Faço clara menção em minhas fartas linhas de poesia,
Que serenatas de comprometimento á vida,
Eu faço e fazia,
Mas sempre com o frio em minha companhia,
As escolhas da minha vida,
Refletem somente em mim,
Oh!Alma por mim tão querida!
Entre a razão e o querer,
O sofrer e o viver,
Mas eu já decidi,
Do meu penhasco eu já cai...
Mas agora não mais cairei,
Pois minha vida eu rumarei,
Do penhasco esquecerei...
Dos cristais reluzentes me apoximarei,
E lágrimas peroladas chorarei,
Mas chorarei pelo fim da escuridão,
Que assolava tão ferozmente o meu coração.
As minhas escolhas eu é quem sei,
E as agruras interiores acabei,
Os bons pensamentos implodi,
As minhas idéias todas,
Para o mundo expandi e explodi!
O meu destino,
Não precisa ser adivinho para saber,
É incerto,
Disto sabe até um menino!
Faço clara menção em minhas fartas linhas de poesia,
Que serenatas de comprometimento á vida,
Eu faço e fazia,
Mas sempre com o frio em minha companhia,
As escolhas da minha vida,
Refletem somente em mim,
Oh!Alma por mim tão querida!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
A incerteza e seus múltiplos graus.
A incerteza é bicho de sete cabeças,
Disto nunca te esqueças,
E tem tantos estágios como uma prova,um jogo,
No início pode ser bem bobo,
No meio pode te fazer perder o bonde,
E no final,
Você se pergunta:
Minha vida,eu deixei aonde?
Tem mais graus do que um de óculos grosso vidro,
Tem mais estágios do que supunha essa sua mente,
E por mais que tente,
Esses mistérios não há quem os reinvente...
É,pois a incerteza é bicho acanhado,
É como chover no molhado,
É procurar o que já foi achado,
É perder seu legado.
Muitos dizem que ela é condição,
Outros já falam em mal do coração,
Muitos dizem que ela nos empobrece,
E que da convicção a gente esquece,
Mas a incerteza,ninguém a merece.
Tem graus e estágios múltiplos,
Mas,meu caro amigo não te assustes,
Pois a incerteza é como que alguém te furtes,
Tudo se perde,mas após se conquista melhor,
E com a incerteza se conquista uma certeza convicta para vencer o pior.
Disto nunca te esqueças,
E tem tantos estágios como uma prova,um jogo,
No início pode ser bem bobo,
No meio pode te fazer perder o bonde,
E no final,
Você se pergunta:
Minha vida,eu deixei aonde?
Tem mais graus do que um de óculos grosso vidro,
Tem mais estágios do que supunha essa sua mente,
E por mais que tente,
Esses mistérios não há quem os reinvente...
É,pois a incerteza é bicho acanhado,
É como chover no molhado,
É procurar o que já foi achado,
É perder seu legado.
Muitos dizem que ela é condição,
Outros já falam em mal do coração,
Muitos dizem que ela nos empobrece,
E que da convicção a gente esquece,
Mas a incerteza,ninguém a merece.
Tem graus e estágios múltiplos,
Mas,meu caro amigo não te assustes,
Pois a incerteza é como que alguém te furtes,
Tudo se perde,mas após se conquista melhor,
E com a incerteza se conquista uma certeza convicta para vencer o pior.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Redemoinho...
Passou aqui um redemoinho,
Carregou consigo tudo,
Pedra,árvore,moinho,
E carregou também meu coração,
Fez a situação escapar da minha mão,
Fez o meu espírito de alegria ficar mudo,
Assim todas as coisas valiosas aspirou,
Só escombros deixou,
E os destroços de uma toda vida,
De recados longínquos de pessoas muito queridas,
Quimera é ter um bom apagador,
Para apagar toda essa dor,
Dor não vale nada,
Mas continuo á subir a ladeira,
A íngreme da vida.
Carregou consigo tudo,
Pedra,árvore,moinho,
E carregou também meu coração,
Fez a situação escapar da minha mão,
Fez o meu espírito de alegria ficar mudo,
Assim todas as coisas valiosas aspirou,
Só escombros deixou,
E os destroços de uma toda vida,
De recados longínquos de pessoas muito queridas,
Quimera é ter um bom apagador,
Para apagar toda essa dor,
Dor não vale nada,
Mas continuo á subir a ladeira,
A íngreme da vida.
Gelo sobre ás rosas...
Esta manhã acordei com vontade de ver a vida,
Mas qual foi a surpresa quando vi tomada de gelo,
Uma rosinha querida,
Sem culpa de nada,
Tomada da cor preta,
Entristecida.
Foi então que aprendi,
Que a vida é fina trama,
Que não permite ensaios,
Nem mesmo para quem á ama...
A rosinha não murchou,
Ela apenas se enregelou
Na esperança,
De bailar na maviosa das rosas dança...
É assim também em nossas vidas,
Vem e vão pessoas e coisas queridas,
E também saem,
E assim ficamos imersos em solidão,
Mas um dia bate o sol e derrete o gelo,
E acaba com toda essa sofreguidão.
Mas qual foi a surpresa quando vi tomada de gelo,
Uma rosinha querida,
Sem culpa de nada,
Tomada da cor preta,
Entristecida.
Foi então que aprendi,
Que a vida é fina trama,
Que não permite ensaios,
Nem mesmo para quem á ama...
A rosinha não murchou,
Ela apenas se enregelou
Na esperança,
De bailar na maviosa das rosas dança...
É assim também em nossas vidas,
Vem e vão pessoas e coisas queridas,
E também saem,
E assim ficamos imersos em solidão,
Mas um dia bate o sol e derrete o gelo,
E acaba com toda essa sofreguidão.
Derramei...
Derramei hoje,
Sobre um retrato antigo meu,
Uma espessa lágrima,
Indicando o da tristeza apogeu...
Derramei essas lágrimas,
Sem o menor motivo,
A menor razão,
Só sei que esfacelou-se o coração.
Se pudesse mudar os dizeres mudaria,
O amanhã seria mistério,
O hoje enfado,
E o ontem um presente seria,
Para nos lembrar de coisas boas que o tempo hoje não trazeria...
Se tudo tivesse motivo e explicação,
Como é que explicaríamos,
A melancolia,
A tristeza,
Essa triste sensação.
Derramei hoje uma lágrima,
Sem a menor vergonha,
Chorei por todas as coisas enfadonhas.
Por mais que eu queira,
A memória me trás sobressaltos,
De tempos antigos,
De voôs altos,
Na imaginação,
Do meu antigo coração...
Derramei uma lágrima,
Um oceano,
Chorei mais do que em um ano,
Quem entende?
Triste enxurrada de pensares,
Não sei,
Só sei que me restam pesares.
Sobre um retrato antigo meu,
Uma espessa lágrima,
Indicando o da tristeza apogeu...
Derramei essas lágrimas,
Sem o menor motivo,
A menor razão,
Só sei que esfacelou-se o coração.
Se pudesse mudar os dizeres mudaria,
O amanhã seria mistério,
O hoje enfado,
E o ontem um presente seria,
Para nos lembrar de coisas boas que o tempo hoje não trazeria...
Se tudo tivesse motivo e explicação,
Como é que explicaríamos,
A melancolia,
A tristeza,
Essa triste sensação.
Derramei hoje uma lágrima,
Sem a menor vergonha,
Chorei por todas as coisas enfadonhas.
Por mais que eu queira,
A memória me trás sobressaltos,
De tempos antigos,
De voôs altos,
Na imaginação,
Do meu antigo coração...
Derramei uma lágrima,
Um oceano,
Chorei mais do que em um ano,
Quem entende?
Triste enxurrada de pensares,
Não sei,
Só sei que me restam pesares.
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